quinta-feira, 24 de junho de 2021

Projeto Mordida não Napoleão! Berçário


 PROJETO: BEIJINHO SIM, MORDIDA NÃO!


TEMA: Beijinho Sim, Mordida Não!

EIXO: Comunicação e Múltiplas Linguagens/ Identidade e Diversidade / Sustentabilidades e Protagonismo

CONTEÚDOS: Linguagem Oral e Escrita, artes visuais, música, movimento e natureza e sociedade


TEMPO DE DURAÇÃO: Duas semanas ou enquanto houver necessidade


* Fotos com autorizção dos responsáveis.

JUSTIFICATIVA: Essa sequência surgiu a partir do comportamento impulsivo das mordidas das crianças na turma de 1° ano. Observamos que na disputa de brinquedos, pessoas de seu convívio e na busca por novas sensações algumas crianças começaram a morder, bater e empurrar, situação que a cada dia está ficando mais difícil. Ai vem a nossa preocupação e pergunta; o que está acontecendo, e o que fazer? Vale lembrar que as crianças estão na fase oral, consequentemente estão aprendendo a exteriorizar suas angústias, medos, frustrações, anseios e descobertas. E são as mãos e os dentes que usam como instrumento de defesa para marcar, chamar a atenção, aliviar o stress e a irritação, até porque eles não conseguem expressar através da fala o que estão sentindo. Por isso pretendemos trabalhar de forma lúdica para melhorar essa situação que esta prejudicando bastante a turma. 

OBJETIVO GERAL: Construir um convívio onde as crianças percebam que morder dói e machuca o amiguinho!   

 

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

-  Aprender a conviver em grupo no espaço da instituição, criando bons hábitos e respeitar os combinados da turma;
-   Saber para que serve a boca e refletir sobre o que é certo e errado;
-  Aprender a dividir objetos, brinquedos e pessoas;
- Através da brincadeira promover a interação e afetividade;
-  Estimular a oralidade, a coordenação motora fina e expressão corporal;
- Atividades de manipulação de papel, como rasgar, amassar e fazer bolinhas com papel, tudo para aliviar a agressividade.

RECURSOS DIDÁTICOS:
- Histórias sequenciada, revistas e jornais, ;
- Espelho, durex;
- Tinta guache pincéis e esponjas;
- Papel 40k, papelão, tinta guache, cola branca, pincel;
- Maquinas fotográfica;
- Som;
- Imagens de pessoas.

APRESENTAÇÃO OU INTRODUÇÃO: Na rodinha vamos apresentar uma boca grande e perguntar para as crianças para que serve a boca? Explicar que todos têm boca e que a boca serve para comer, tomar sorvete, morder maçã, melancia, carne... E o cachorro faz o que?  Cachorro morde? Aproveitar o momento e contar a história: “Mordida não, Napoleão!”

Para ler a história clique aqui:
https://educacaoetransformacaooficial.blogspot.com/2019/04/livro-mordida-nao-napoleao.html?m=1

PRÁTICA 1 - Na rodinha contar a história, “Mordida não, Napoleão!” e conversar com as crianças sobre a história dando ênfase quem morde é cachorro, criança beijinho. Solicitar que as crianças deem beijinhos em si mesmos, jogue beijos para os colegas e façam um carinho.

PRÁTICA 2 - Trabalhando com o espelho, na rodinha conversar com as crianças sobre a boca e apresentar para elas um espelho e pedir para que cada um observe sua boca no espelho. Após apresentar uma boca confeccionada com papelão, deixar as crianças manusear a boca observando o que tem dentro da boca, dentes? Língua? E para que servem? Conversar com as crianças sobre o que podemos fazer com nossa boca? A boca pode morder o que? Apresentar imagens de alimentos e lembrar as crianças do lema da sala, ”beijinho sim, mordida não!”

PRÁTICA 3 - Rasgadura de papel. Distribuir revistas e jornal para as crianças realizar rasgadura e confeccionar um bola de papel e brincar com a bola na caixa onde eles deveram encaixar a bola para que ela entre dentro da caixa, esvaziar a caixa e deixar que coloquem de novo, brincar enquanto houver  interesse.

CULMINÂNCIA:


Confeccionar com a turma o mural da afetividade, com imagens de pessoas se abraçando, beijando ou  fazendo carinho. Observar e conversar sobre as imagens. Deixar cartaz exposto na sala. Lembrar que mordidas jamais.

Referências bibliográficas:

https://educacaoetransformacaooficial.blogspot.com/2019/04/projeto-beijinho-sim-mordida-nao.html





Campo de experiência: (EI01CG01) Movimentar-se para expressar corporalmente emoções, necessidades desejos, manifestando suas intenções comunicativas.

A. Brincar de faz de conta, assumindo diferentes papéis, criando cenários e tramas diversas que permitem significar e ressignificar o mundo social;

B. Solicitar aconchego em situações cotidianas;

C. Brincar e vivenciar brincadeiras inventadas em diferentes grupos nos espaços internos;

D. Participar e criar peças de teatro com diferentes técnicas: fantoche, marionete, dedoche, sombra e corporal.

E. Conhecer e comunicar elementos que lhes provoquem medos e buscar ajuda para superá-los;

(EI01EO03) Interagir com seus pares, crianças de outras faixas etárias e com adultos ao explorar espaços, materiais, objetos e brinquedos.

A. Interagir com crianças da mesma idade e idades diferentes.

Projeto Musicalização - Berçário - Roda de música


Projeto para Berçário com músicas infantis

Vejam um projeto para berçário com músicas infantis e atividades lúdicas para ajudar na fase de adaptação das crianças.

Como é bom estar aqui: Brincando e vivenciando músicas infantis

Objetivos:
★ Exercitar e fortalecer os braços e pernas;
★ Desenvolver a capacidade de segurar objetos;
★ Explorar o ambiente;
★ Desenvolver a capacidade de localizar objetos;
★ Explorar diferentes suportes de pintura;
★ Reconhecer o nome do colega;
★ Explorar gestos sonoros.

O projeto ocorre em cima de músicas trabalhadas com os alunos como: Dona Aranha, Se Eu Fosse um Peixinho, Coelhinho da Páscoa, 1, 2, 3 Indiozinhos, O Sapo Não Lava o Pé, Pintinho Amarelinho. Para apresentação das músicas, são utilizados diversos materiais, luvas pedagógicas, dedoches e fantoches.

Se eu fosse um peixinho
A primeira atividade foi montada na sala, sendo utilizado os materiais disponíveis, uma canoa e um mar. Dentro deste mar, foram escondidos peixinhos de plástico.

Os alunos puderam explorar e encontrar no mar os peixinhos e cantarem a música, substituindo os nomes:
A canoa virou,
por deixar ela virar,
foi por causa de _______________
que não soube remar.
Se eu fosse um peixinho
e soubesse nadar,
eu tirava ________________
lá do fundo do mar!

Na segunda atividade cada aluno recebe um prato de papelão com gotas de tinta. Utilizando as mãozinhas, os alunos poderão explorar o espaço, pintando-o. Depois, utilizando os mesmos pratos, formarão um peixe, conforme a imagem.

A terceira e última atividade: visa exercitar os braços e pernas. A professora criará na sala de aula uma piscina de bolinhas. Nela, os alunos poderão entrar e sair, deitar, rolar, explorar de todas as formas possíveis o ambiente.

Bom Projeto



Campo de experiência:  (EI01CG01) Movimentar-se para expressar corporalmente emoções, necessidades desejos, manifestando suas intenções comunicativas. (EI01EO03) Interagir com seus pares, crianças de outras faixas etárias e com adultos ao explorar espaços, materiais, objetos e brinquedos. A. Interagir com crianças da mesma idade e idades diferentes; (EI01TS01) Explorar sons produzidos com o próprio corpo e com objetos de uso cotidiano, experimentando diferentes sons.B. Criar músicas e fazer improvisações musicais. C. Explorar sons no entorno e estar atento ao silêncio D. Reconhecer e fazer marcação de ritmos diversos por meio de palmas, instrumentos, batimentos de pés e mãos e movimentos dirigidos.

Trabalhando as emoções: Escondeu? Achou!


Sobre emoções:



Quando a criança é muito pequena, ela pode ter dificuldade em entender o que falamos. Então, contar histórias ilustradas é uma boa opção. Você pode usar recortes de jornais, revistas ou fotos para mostrar para os pequenos as mais diversas emoções. Dessa forma, fica mais fácil para elas entenderem o que é euforia, tristeza, raiva e outros sentimentos.

Além disso, para ajudar a criança a entender as emoções, podemos perguntar a ela porque a pessoa ilustrada está se sentindo daquela forma e como ela se sentiria em seu lugar. Esse tipo de tarefa é excelente para trabalhar o vocabulário emocional dos nossos filhos.

Identificando e nomeando emoções:

Ofereça modelos através de ilustrações ou fotografias.
Brinque de simular emoções.
Utilize um espelho.
Utilize livros ou vídeos para contar histórias.
Articule as emoções com os combinados em sala de aula.
Valide e encoraja a expressão de sentimentos.
Aproveite situações do dia a dia.


Como fazer?
A brincadeira de esconder é uma brincadeira tradicional em nossa cultura, passada de geração em geração, com a qual bebês, crianças e adultos podem brincar.

Quando o bebê ainda não anda, a brincadeira de esconder pode ser feita escondendo o próprio rosto do adulto ou um objeto. Colocar um pano sobre a cabeça e dizer “Cadê a mamãe?” e ao retirá-lo falar “Achou!”, desperta a curiosidade do bebê e gera alegria ao descobrir onde está o adulto. Nessa brincadeira o bebê observa atentamente para “onde” o adulto foi e descobre gradativamente que mesmo encoberto, ele não desaparece, continua ali. 

Essa brincadeira pode ser feita da mesma forma, escondendo objetos de interesse do bebê, como um bicho de pelúcia, uma bola ou outro brinquedo, encobrindo-os com um pano e perguntando  “Cadê a bola?” e ao descobri-lo dizer “Achou!”.

Quando o bebê já anda é possível realizar a brincadeira de esconder nos ambientes da casa, por exemplo, escondendo atrás do sofá, da cortina, cama, ou de outro móvel. Nesta brincadeira é importante que o bebê veja onde você, adulto, se escondeu e que você pergunte “Cadê?” e quando for encontrado diga “Achou!” e sorria.

À medida em que brinca de esconder, o bebê é incentivado a descobrir sozinho o rosto do adulto ou o brinquedo, retirando o pano, o que contribui para sua percepção quanto ao próprio corpo e o do outro, bem  como reconhecer e explorar os objetos e espaços da casa.

A busca para encontrar, a exploração do corpo e de objetos e a diversão ao encontrar, são os elementos que despertam o interesse e a curiosidade do bebê em continuar a brincadeira e realizá-la novamente.

Então brinque com seu bebê! Aproveite este momento para estarem juntos, sorrindo e se divertindo muito!



Fonte: https://blog.lumaescola.com.br/trabalhar-emocoes-com-criancas/
https://sme.goiania.go.gov.br/conexaoescola/educacao_infantil/cade-o-bebe-achou/

Foto: Cristiane Caldas
Foto: Autorizada pela mãe Jaiana

 


Campo de experiência: (EI01CG02) Experimentar as possibilidades corporais nas brincadeiras e interações em ambientes acolhedores e desafiantes.(EI01CG01) Movimentar-se para expressar corporalmente emoções, necessidades desejos, manifestando suas intenções comunicativas.

 

Dona Coruja - vídeo canção


 Canções utilizadas em salas de aula, aulas remotas e teatros com crianças pequenas.
Visite o meu canal: https://www.youtube.com/channel/UCYduHUr_CkJZEdwz_Azz2gw

A Senhora Aranha - vídeo canção


Canções utilizadas em salas de aula, aulas remotas e teatros com crianças pequenas.
Visite o meu canal: https://www.youtube.com/channel/UCYduHUr_CkJZEdwz_Azz2gw

Aula virtual - Ensino remoto

https://www.youtube.com/channel/UCYduHUr_CkJZEdwz_Azz2gw


 

O ano de 2020 foi marcado pela Pandemia do Covid-19, tive que me adaptar nas aulas remotas e gravar vídeos para estimular os alunos com todo desenvolvimento e assimilação das atividades dirigidas através das famílias.
Meu canal de canções virtuais: https://www.youtube.com/channel/UCYduHUr_CkJZEdwz_Azz2gw

                      


 

Festa Junina - Julina



A festa junina é um evento cultural por excelência, pois carrega influências de povos variados, destaca o folclore e os costumes da zona rural do nosso país e traz comidas e trajes típicos. Além disso, são realizadas muitas brincadeiras, algo muito pertinente na realidade da Educação Infantil.







Atividade: 

Idade: 0 à 1 ano e 6 meses.

Campos de experiências contemplados: EO, TS, EF, CG, ET

Repertório cultural

Objetivo principal: Trabalhar aprendizagens importantes usando a temática Junina

Alguns conteúdos deste plano: 

1.    Festa Junina? Por quê? Brincar com sonoridade e ritmos, Cantar e dançar, Entrar em contato com festividades tradicionais da cultura Brasileira, Estimulação dos sentidos do olfato.

2.    Pula fogueira: Experimentar diferentes materiais e texturas, Identificar cores (vermelho/amarelo/laranja), Apreciar ritmos e músicas tradicionais juninas

3.    Bandeirinhas táteis: Experimentar diferentes materiais e texturas, Identificar cores

4.    Comidas Típicas:  Descobrir novos sabores, Identificação de seus rostos em fotos, Reproduzir caretas através de imagens

5.    Quadrilha Maluca: Brincadeiras com o corpo: ritmo, movimento, imitação; Criando noção espacial: em cima, embaixo; Compreender ordens.

6.    Bacias de maçãs e laranjas: Classificação: cores, nome frutas, Experimentar diferentes sabores, Interagir com outras crianças e adultos ao explorar o espaço.

7.    Fantoches do Arraial: Percepção do esquema facial, Identificação do seu rosto e do colega, Produção de sons com objetos.

8.    Acerte a lata: Testar novas possibilidades: Empilhar, jogar, rolar; Contato com contagem e sequência numérica.

9.    Dança da fita: Motricidade ampla: girar, dançar, sacudir…;

10.  Bumba meu boi: Brincar de faz de conta Estimula à imaginação, Explorar os movimentos do corpo, Explorar os movimentos de objetos no ambiente.

 






Foto do aluno com autorização da mamãe Fabiana
Foto: Cristiane Caldas
Fonte: https://gestaoescolar.org.br/conteudo/1613/festa-junina-aproveite-o-momento-para-trazer-aprendizado-para-as-criancas
Fonte: https://www.planosdeaulaeprojetos.com.br/produto/semanas-juninas-bercario/

Campo de experiência: (EI01TS04) Conhecer diferentes manifestações artísticas de sua comunidade e de outras culturas.
A. Participar de brincadeiras cantadas folclóricas acompanhando-as com gestos;
B. Participar de eventos que proporcionem acesso a informações sobre a história da arte, a biografia, e a produção artísticas de artistas variados, além dos expressos no anexo de Arte.
C. Participar de diferentes danças, festas regionais e ritmos;
D. Explorar um determinado estilo musical;
E. Participar de eventos e reproduzir danças culturais;
F. Vivenciar escuta de músicas de diversos estilos, valorizando, inclusive, intérpretes da própria comunidade escolar;
G. Vivenciar eventos sociais e culturais significativos.

Projeto - Bandinha sensorial






Com pinturas na parede, gancho para mudar materiais a ser explorados toda semana , móbile musical.





PROJETO: Musicalização: Onde tudo vira música é só ter imaginação.

PROBLEMA: Como trabalhar musicalização com bebês de 04 a 12 meses?

 

JUSTIFICATIVA:

A música possui um papel importante na educação das crianças. Ela contribui para o desenvolvimento psicomotor, sócio afetivo, cognitivo e linguístico, além de ser facilitadora do processo de construção do conhecimento. Favorecendo o desenvolvimento da sensibilidade, da criatividade, do senso rítmico, do prazer de ouvir música, da imaginação, da memória, da concentração e da atenção.

 Observamos que os bebês do berçário I A, reagem de maneiras diferenciadas aos sons que são apresentados durante a rotina de trabalho. Sendo assim sentimos a necessidade de explorar junto a eles as variedades sonoras que podemos executar com os materiais em sala, buscando também utilizar e confeccionar objetos a fim de encontrar e realizar múltiplas possibilidades sonoras.

 

OBJETIVO GERAL: Promover atividades que estimulem e permitam um contato direto e indireto dos bebês com sons em geral.

 

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

§  Estimular a percepção visual, tátil e auditiva.

§  Proporcionar atividades com a participação dos pais.

§  Explorar diferentes gêneros e ritmos musicais.

 

CONTEÚDOS:

 IDENTIDADE E AUTONOMIA.

§  Eu e o outro

§  Comunicação e expressão: corporal e oral

§  Repouso

ARTES VISUAIS.

§  Exploração de materiais

MÚSICA.

§  Canto

§  Linguagem musical

§  Ritmos e gêneros musicais

SOCIEDADE E NATUREZA

§  Família e Escola

CORPO E MOVIMENTO

§  Expressividade

§  Coordenação motora ampla e fina.

 

METODOLOGIA:

Ø  ATIVIDADE 1- Selecionar músicas infantis e gravar um cd para cada criança.

Ø  ATIVIDADE 2 – Escolher 10 músicas para confeccionar um livro utilizando diferentes tipos de materiais para realizar as ilustrações com tinta guache.

Ø  ATIVIDADE 3- Pedir para os pais confeccionarem um instrumento musical com seus filhos para estarem trazendo para o C.E.I. Junto com o pedido será enviado um formulário para os pais estarem registrando como foi a experiência de confeccionar um instrumento musical com o seu filho e por que foi optado por determinado instrumento.

Ø  ATIVIDADE 4- Socialização com os instrumentos confeccionados. (neste momento as crianças poderão estar brincando com os instrumentos).

Ø  ATIVIDADE 5 – Confeccionar um móbile para a sala com os instrumentos.

Ø  ATIVIDADE 6- Realizar uma pesquisa com os pais com as seguintes perguntas:

§  Quais cantigas que faziam parte de sua infância?

§  Quais você ainda canta para seu filho?

§  Você acha importante trabalhar o tema musicalização com os bebês? Porque?

§  Qual tipo de música costumam ouvir em casa?

Ø  ATIVIDADE 7- Músicas com gestos: Parabéns pra você, jacaré, borboletinha, seu Noé.

Ø  ATIVIDADE 8- Oferecer em dias pré estabelecidos, diferentes tipos de músicas, observar e registrar a reação de cada criança durante a atividade. Tipos de músicas a serem utilizadas: Rock, clássica, sertaneja, instrumental, e sons variados (martelo, serrote, porta, água, chocalhos, sons de animais entre outros).

Ø  ATIVIDADE 9- Com tinta caseira pintar um painel em forma de violão para colar as letras e ilustrações das músicas trabalhadas.

Ø  ATIVIDADE 10- Utilizar diferentes utensílios para produzir sons tampas de panela, colher, canecas e pratos.

Ø  ATIVIDADE 11- Baú com instrumentos musicais para as crianças brincarem.

Ø  ATIVIDADE 12- Recortar imagens relacionadas a música para colar no chão da sala, proporcionando assim um contato visual.

Ø  ATIVIDADE 13 – Música para hora do banho.

Ø  ATIVIDADE 14 – Música serra serra serrador. Com a criança sentada no colo, para desenvolver o equilíbrio.

Ø  ATIVIDADE 15 – Convidar a professora Tatiane para cantar e tocar violão para as crianças.

Ø  ATIVIDADE 16 – Dvds de músicas para o dia do vídeo na segunda- feira (Xuxa Só Para Baixinhos, Bebê Mais Musicas, Cocoricó).

Ø  ATIVIDADE 17 – Produzir sons com diferentes partes do corpo.( palmas, estalos de língua e dedos).

 

CRONOGRAMA:

Este projeto será intercalado com o projeto anual, sendo que seu término esta programado para o final do mês de agosto.

 

AVALIAÇÃO:

§  Movimenta-se ao ouvir diferentes sons.

§  Demonstra prazer em ouvir sons.

§  Percebe variações sonoras.

§  Explora com prazer diferentes materiais.

§  Manipula brinquedos e materiais sonoros.

§  Produz música utilizando partes do corpo.

§  Vocaliza em resposta aos estímulos (imite sons quer com estímulos do adulto ou do ambiente).

§  Rabisca.

§  Observa imagens.

§  Experimenta diversos materiais.

§  Demonstra espontaneidade em movimentar seu próprio corpo.

§  Demonstra prazer em movimentar seu próprio corpo ao ouvir sons diversos.

 

Fonte: http://ceiivetespeziaschmitt.blogspot.com/2012/10/projeto-musica-no-bercario-i.html
Fotos Fonte: Cristiane Caldas

Campo de Experiência:Campos de Experiência: (EI01CG03) Imitar gestos e movimentos de outras crianças, adultos e animais em interações e brincadeiras. (EI01EF05) Imitar as variações de entonação e gestos realizados pelos adultos, ao ler histórias e ao cantar.(EI01EF06) Comunicar-se com outras pessoas usando movimentos, gestos, balbucios, fala e outras formas de expressão.

Exemplos de Coordenação motora que foram trabalhados por mim no berçário


Objetivo – Desenvolver a coordenação motora ampla, o esquema corporal, estimular a orientação espacial e temporal, ampliar o equilíbrio, a lateralidade e melhorar o tônus muscular.


Passeio com tecido

Passeio coletivo


Bola na lata


Soltar pipa na áerea externa



Pintura com exploração de cores



Empilhando potes, derrubando e equilibrando


O desenvolvimento da coordenação motora acontece de forma natural e obviamente necessita de estímulos para que o resultado seja ainda melhor e dentro do esperado. Mas eles devem ser feitos com certo cuidado, dentro de um limite para que não seja forçado a fazer coisas demais para sua fase. Não existe melhor maneira de se desenvolver, do que por meio de atividades lúdicas. É a coordenação motora infantil que permite que a criança consiga dançar, pular e fazer tarefas que irão se aperfeiçoar cada dia mais, como escrever e usar uma tesoura para recortar um papel.

Foto: Cristiane Caldas
Fonte:https://morumbisul.com.br/atividades-que-desenvolvem-coordenacao-motora/


Campo de experiência: (EI01CG01) Movimentar-se para expressar corporalmente emoções, necessidades desejos, manifestando suas intenções comunicativas.(EI01CG02) Experimentar as possibilidades corporais nas brincadeiras e interações em ambientes acolhedores e desafiantes.(EI01CG04) Participar do cuidado do seu corpo e da promoção do seu bem-estar nas atividades cotidianas.


Aplicando o Estímulo visual

Qual o objetivo dos estímulos visuais?

Os estímulos visuais são tão importantes em sala de aula e ajudam a atrair e manter a atenção dos alunos. Essas percepções visuais despertam o interesse e a curiosidade, facilitando a assimilação dos conteúdos e retenção do conhecimento. Na faixa de 0 a 3 anos, explorar o eixo identidade e autonomia envolve ajudar os pequenos a desenvolver o reconhecimento da própria imagem. O objetivo é que eles se identifiquem como seres únicos, com corpo, hábitos e preferências próprias.

Imagem corporal

Espelho é elemento chave para a construção progressiva do “eu”

Um dos estágios mais importantes no desenvolvimento de qualquer pessoa é o que o psicanalista francês Jacques Lacan (1901-1981) denominou como estádio do espelho (“estádio”, no caso, é sinônimo de fase ou período). Até mais ou menos os seis meses de vida, o bebê sente-se como parte de um corpo fragmentado – completado por sua mãe. Na medida em que cresce, adquire maior mobilidade, sofre intervenções do ambiente e deixa de ser amamentado, o bebê começa a perceber-se como um ser distinto. Quando colocado em frente a um espelho, ele progressivamente reconhece a imagem refletida de seu corpo e é a partir dessa experiência que o “eu” começa a ser construído.

Espelhos, portanto, são elementos imprescindíveis para a construção da identidade e devem estar em todas as salas na creche. Eles ajudam as crianças a ter consciência dos limites do próprio corpo e a observar os próprios movimentos, diferenciando-se dos colegas e do ambiente. Mantenha-os baixos, na altura dos pequenos, e ofereça oportunidades para que eles façam caretas, dancem, comparem imagens e realizem desafios corporais em frente ao espelho.

Para os bebês também é possível imprimir cartazes com as fotos dos pequenos e colar no chão – já que eles engatinham – ou nos berços. Todas essas oportunidades de exploração vão ajudá-los a manter o contato com a própria imagem e a identificar a figura do outro.

Experiências que envolvam música e sensações também são bem-vindas, assim como as ações de cuidado com os bebês. Tomar banho, ser trocado ou mamar, por exemplo, são atividades essenciais para o reconhecimento de si e o estabelecimento de vínculos com o outro. À medida que percebe seu corpo separado do corpo do outro, a criança consegue organizar as próprias emoções e ampliar seu repertório e seus conhecimentos sobre o mundo que a cerca.



Fonte: Revista Nova Escola
Fonte: http://primeirainfancia.org.br/o-que-e-identidade-e-autonomia/
Foto: Cristiane Caldas


 

Importância: Hora da história



A leitura é de grande importância para o desenvolvimento da inteligência dos bebês e filhos porque é uma função superior do cérebro e ajuda a desenvolver conexões neurológicas.
Além disso, é uma fonte de diversão e alegria;  proporciona a aquisição de cultura, conhecimentos e valores.




Os bebês adoram ler! Eles têm um prazer inato em aprender e os pais podem fomentar este gosto pela leitura desde pequenos.

Mas como?

Lendo histórias para eles, o que gera proximidade física, faz o bebê se sentir  amado e, além disso, a criança vai vendo como se viram as páginas, percebe que se lê da esquerda para a direita, que as palavras são separadas e que as estórias têm começo, meio e fim.






Além disso, a leitura ajuda a desenvolver várias habilidades nos bebês:

– poder de concentração e de observação;

– a fala;

– o vocabulário;

– criatividade e imaginação;

– pensamento lógico na futura criação de textos;

– inteligência emocional, porque percebem como outras pessoas pensam e sentem nas histórias;

– relacionamento social, porque os livros fornecem situações para que expressem seus sentimentos e suas opiniões;

– melhor compreensão do mundo e espírito crítico.





Como ler para os bebês?

– Pegá-los no colo;

– Ler em velocidade normal;

– Dramatizar os diálogos;

– Fazer comentários e apontar com o dedo os desenhos e palavras;

– Encorajar, nunca forçar e respeitar suas preferências.

 

Como motivar?

– Montar uma estante ou caixa para os livros do filho que fique fácil para ele alcançar;

– Colocar livros no carro e em vários ambientes da casa;

– Mostrar que os livros são preciosos, que precisam ser cuidados;

– Dar livros de presente em ocasiões especiais para mostrar o valor da leitura;

– E finalmente dar o modelo, ou seja, que os filhos vejam os pais lendo com gosto.

 

Ler para os filhos desde pequenos é um grande presente que os pais podem dar a eles.













Campo de experiência:
(EI01CG01) Movimentar-se para expressar corporalmente emoções, necessidades desejos, manifestando suas intenções comunicativas.
A. Brincar de faz de conta, assumindo diferentes papéis, criando cenários e tramas diversas que permitem significar e ressignificar o mundo social;
B. Solicitar aconchego em situações cotidianas;
C. Brincar e vivenciar brincadeiras inventadas em diferentes grupos nos espaços internos;
D. Participar e criar peças de teatro com diferentes técnicas: fantoche, marionete, dedoche, sombra e corporal.
E. Conhecer e comunicar elementos que lhes provoquem medos e buscar ajuda para superá-los;
(EI01EF02) Demonstrar interesse ao ouvir a leitura de poemas e a apresentação de músicas.
A. Apreciar leitura feita pelo professor na íntegra sem interferências interpretativas do adulto;
(EI01EF03) Demonstrar interesse ao ouvir histórias lidas ou contadas, observando ilustrações e os movimentos de leitura do adulto- -leitor (modo de segurar o portador e de virar as páginas).
A. Presenciar situações significativas de leitura e escrita;
B. Vivenciar histórias e dramatizações;
(EI01EF05) Imitar as variações de entonação e gestos realizados pelos adultos, ao ler histórias e ao cantar.
A. Emitir sons articulados e gestos interpretados pelo adulto;
B. Explorar a sonoridade das palavras.
(EI01EF07) Conhecer e manipular materiais impressos e audiovisuais em diferentes portadores (livro, revista, gibi, jornal, cartaz, CD, tablet etc.).
A. Ter acesso à biblioteca;
B. Escolher livros e lê-los à sua maneira.




Fonte: https://emais.estadao.com.br/blogs/educar-para-a-felicidade/a-importancia-da-leitura-para-o-seu-bebe/
Fonte Fotos: Cristiane Caldas